Cristália e UFRJ anunciam avanço no combate à tetraplegia
Medicamento, quando aprovado, deverá ser vendido a preços acessíveis
À frente da Cristália, Ogari Pacheco, um dos fundadores da farmacêutica, disse que o plano de sucessão do grupo, embora esteja em andamento, vai ficar para um segundo momento. “Eu já tenho 87 anos, sei que não somos eternos. Mas, enquanto eu viver, estarei aqui.”
Formado em medicina, Pacheco retomou a presidência do grupo no ano passado, após ter saído do posto em 2021, quando contraiu covid-19. Em seu lugar, seu filho Ricardo Pacheco ocupou o cargo, mas desentendimentos de Ogari Pacheco com o herdeiro e a família Stevanatto, sócia e dona de outros 50% da companhia, trouxeram o fundador de volta ao negócio.
Sem fazer críticas diretas ao herdeiro e aos sócios, Pacheco disse que precisava estar novamente à frente da Cristália para que seu propósito seja cumprido. “Fiquei três anos e meio afastado e tenho o sonho de transformar projetos como da polilaminina em produto”, afirmou o empresário ontem, após a entrevista coletiva para anunciar, junto com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o início da produção de um medicamento que pode reverter a tetraplegia.
Leia mais em: Valor Econômico
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